terça-feira, 24 de novembro de 2009

Deficientes no Brasil querem seu espaço

País é signatário de convenções internacionais e tem leis que deveriam ajudar pessoas com deficiência. Mas quase tudo fica na teoria

No papel, o Brasil é um grande defensor dos direitos dos deficientes. Desde 2001 integra a Organização dos Estados Americanos (OEA) na Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas com Deficiência. A partir desse ano, também deve ser incluído na convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) para garantir maior abrangência à política nacional de atendimento às pessoas com deficiência. Tem mais: há 19 anos, vigora lei federal que garante o acesso do segmento aos direitos básicos como saúde, educação, emprego e moradia. Isso tudo, porém, é a teoria. Na prática, os 14,6% de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda enfrentam barreiras.

O avanço social da maior parte dos deficientes no Brasil é limitado pela baixa renda, acesso muito limitado à cultura formal e políticas públicas inadequadas ao desenvolvimento social. Esse imenso contingente encontra-se, em sua maioria, alijado do mercado de trabalho por falta de capacitação profissional. Um dos fatores que levam a este cenário é a ausência de uma política de incentivo a programas de capacitação de deficientes por parte das Instituições Públicas e Privadas. A questão da responsabilidade social empresarial é um tema atual de grande importância em todo mundo, e em especial no Brasil. Entretanto, enquanto nos países do Primeiro Mundo existem diversos fundos de apoio formados por ações de empresas socialmente responsáveis, no Brasil a situação ainda é incipiente. De fato, a enorme desigualdade social existente dá à responsabilidade social empresarial uma relevância ainda maior. A sociedade de uma forma em geral, espera que as empresas cumpram um novo papel no processo de desenvolvimento: que sejam agentes de uma nova cultura e que sejam promotores de uma mudança social, com vistas a construir uma sociedade melhor.

sábado, 3 de outubro de 2009

JORNALISMO INVESTIGATIVO

“Não foi por acaso”, esse é o nome do livro lançado pelo Jornalista Marcelo Freitas, professor da Faculdade Estácio de Sá- BH, na última quarta-feira, dia 28. O lançamento do livro foi aplaudido pelos estudantes no auditório do campus Prado da faculdade.

46 anos do fato ocorrido, a obra conta a história dos trabalhadores que construíram a Usiminas e morreram no massacre de Ipatinga, em 1963. Marcelo de Freitas iniciou sua investigações sobre o caso em 1988, quando ainda trabalhava no Jornal Hoje em Dia, e desde então se dispôs a obter novas informações. Mais tarde, trabalhando no Jornal Estado de Minas, deu prosseguimento e procurou pessoas que testemunharam os acontecimentos como os parentes das vítimas. Também pesquisou documentos e jornais da época. Hoje, professor universitário, concluiu sua obra.

“Não foi por acaso” traz a história dessas vítimas e também de testemunhas do massacre. O esquecimento ao logo das décadas não tomou conta do jornalista que investigou todos os passos, inclusive documentos que estavam arquivados pela polícia. A dúvida sobre o real número de mortos é quem sustenta a obra, bem como os desdobramentos sobre o caso. “O contexto do Brasil e, principalmente de Ipatinga que estava crescendo, na época era outro”, disse Freitas ao falar do processo de industrialização do país.

O jornalista explicou que, durante os 21 anos de investigação, todas as fontes citadas foram procuradas, só lamenta das que morreram e das que desapareceram durante a produção de sua obra. Mas, ele acredita que um grande passo foi dado para que se revelasse o que realmente aconteceu naquele dia trágico.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

MEIOS DIGITAIS E INTERATIVIDADE

Pela manhã do dia 23 de setembro, os alunos da faculdade Estácio de Sá-BH participaram da palestra sobre os novos mecanismos da interatividade digital. O palestrante foi o empresário Fábio Assis, da empresa de puiblicidade Cumplice. Ele ressaltou que a cada campanha que realiza está evoluido através das tecnologias e com isso vários cases foram destacados. "O marketing promocional é uma peça chave dentro da publicidade", afirmou.

O novos meios tecnológicos abrangem diversas áreas da comunicação social (Rádio, TV, Internet e outras), que por sua vez se adequam aos avanços. A convivência com os media digitais também abre oportunidades no mercado, que há pouco tempo não era tão utilizada. Os alunos presenciaram diversos cases de sucesso exibidos por Fábio Assis como da Unimed, Cemig, Empregos, e outros.

A sociedade vive cada vez “menos”, se analisada num ângulo tecnológico. Isto é, o avanço das mídias digitais é tão acelerado que mal dá tempo para que utilização da ferramenta por completa. Mas, esse novo caminho é tentador, muito já se fez pelo marketing que até então era produto bem elaborado. Atualmente, vídeos caseiros feitos por clientes podem virar marca de produtos, foi nesse eixo que a Unimed lançou sua publicidade. Cada vez mais há participação da "terceira" pessoa, que até então representava somente consumidor. O empreásrio Fábio Assis falou que o que vale é a criatividade e que o diferencial é que atrai o público.

A evolução da interatividade frente aos meios digitais favoreceram o uso de ferramentas que antes era desconhecidas, como exemplo a aprovação ou não de um produto miditizado. Por exemplo, os SACs (Serviço de Atendimento ao Consumidor) pouco se valiam, hoje a expressividade dentro da comunicação com o consumidor é bem maior, graças a interatividade.

Enfim, viver num momento em que tantas propriedades da mídia são divulgadas, só resta aprofundar no conhecimento e se direcionar mais para a prática.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O BAÚ JÁ NÃO É MAIS
DE SILVIO SANTOS


A guerra subterrânea entre a Record e a Globo tem a programação da Igreja Universal nas madrugadas como ponto nevrálgico. O fato de a Record receber a injeção de cerca de 300 milhões de reais anuais da Igreja a título de venda desse espaço é visto pela concorrente como uma vantagem indevida. A Universal paga 140 mil por hora em uma faixa de horário em que a Globo não arrecada mais do que 40 mil pelo mesmo tempo, mesmo obtendo uma audiência quatro vezes maior do que a concorrente. Mas, se existe alguma ilegalidade na transferência de renda da igreja para a emissora ela ainda não foi argüida nos tribunais. A Receita Federal investiga atualmente cinco igrejas evangélicas, entre elas a Universal, pelo uso de dinheiro originário da fé (livre de tributos).
A Record dobrou seu faturamento em três anos e ultrapassou o SBT na vice liderança de audiência. O bispo Edir Macedo, proprietário da emissora, quer ir mais longe e tem a Igreja Universal como mecanismo de investimento

Edir Macedo fez um discurso agressivo, em seu livro "O Bispo" referindo-se à líder de audiência do país, a Rede Globo, sem citá-la nominalmente: "Fomos injustiçados por muitos anos por um grupo de comunicação que tinha e mantém o monopólio da notícia no Brasil. Daí nosso desejo de dar fim a esse monopólio". A Record voltou à carga – por meio de um editorial em seu principal noticiário, acusou a rival de ter feito gestões para impedir a inauguração da Record News. A saída do casulo e o ânimo de a briga têm razão de ser. Além do novo canal de notícias, Macedo celebra feitos consideráveis da Rede Record, a jóia central de seu império de comunicações. Neste mês, a emissora tornou-se a segunda rede brasileira em ibope, superando o SBT em todas as faixas de horário. Além disso, de três anos para cá a Record dobrou seu faturamento publicitário – que já supera a marca de 1 bilhão de reais.
CAMINHOS...
Dizer que a emissora só avança por causa do dinheiro da Universal é enxergar apenas uma parte do fenômeno. Sua arrancada deveu-se a uma mudança de filosofia ocorrida em 2004. A empresa já passou por duas fases: a compra por Edir Macedo, em 1989, até o triste episódio do "chute na santa", onde o televangelismo dominou a programação e quando assumiu um perfil popularesco, em que o sensacionalismo do Cidade Alerta e do Programa do Ratinho era a grande atração. A guinada que agora começa a dar frutos foi desfechada há três anos com o novo formato de trelejornalismo e de novelas.

O estudante de jornalismo Ronan Dias disse que não é a favor de nenhuma emissora. Para ele, essa rivalidade só faz perder a qualidade das notícias. “No país e no mundo acontecem fatos mais importantes e não tem tanto destaque nos noticiários”.

Quem olha os números de audiência constata que ainda existe uma enorme distância entre a Globo e suas competidoras. A Globo ostenta 21 pontos de ibope na média diária – o triplo da medição que a Record acaba de alcançar. Mas, essa liderança mais do que confortável não evitou que a emissora carioca reagisse aos ataques de Macedo e da Record nos últimos dias. Ela respondeu no mesmo tom ao editorial do Jornal da Record, afirmando numa nota que agressões desse tipo eram de esperar vindas de "um grupo que lucra com a manipulação da fé religiosa". Trata-se de uma resposta que aponta as circunstâncias nebulosas que alavancaram a Record, mas não há dúvida de que por trás dela existe outro fato: o desafio imposto pelo canal do bispo Macedo é o mais duro que a Globo já enfrentou. O SBT nunca representou o mesmo tipo de ameaça.


Fracislane Santos, estudante de jornalismo, acha que o assunto deveria ser resolvido por cada emissora em particular. “Com isso a audiência delas até cresce”afirmou a estudante. Segundo ela, a televisão brasileira carece de informação pública não de informação pessoal. De acordo com as pesquisas de IBOPE, os dez pontos de audiência média que o SBT acarreta nos últimos anos sempre foram suficientes para que Silvio Santos mantivesse uma estrutura empresarial que lhe convinha. Mas, não é assim com Edir Macedo, um homem muito mais ambicioso do que o “ex-dono” do Baú da Felicidade – e a emissora tem um perfil ideal na realização de suas ambições. Francislane Santos lamenta que é uma pena a religiosidade estar envolvida em questões políticas e jornalísticas espetaculosas. "A informação pública merece respeito", complementou a estudante.
Nesse conflito midiático, a Igreja Universal continua oferecendo à Record recursos para prosperar, proveniente do dízimo pago espontaneamente pelos fiéis da igreja, equivale a um terço de tudo o que a emissora arrecada no mercado publicitário. Trata-se de uma vantagem competitiva que nenhuma outra emissora desfruta.

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

MOSTRA DE CINEMA É SUCESSO!

A IV Mostra de Cinema Comentado da Faculdade Estácio de Sá, realizada nos dias 8, 9 e 10 de junho, foi comenta pelos alunos como uma das melhores. Diversas observações foram feitas pelos convidados comentaristas que aguçaram o olhar jornalístico e cinematográfico dos alunos da Faculdade Estácio de Sá-BH.

Como exemplo o filme “O Prisioneiro da Grade de Ferro” (2004) comentado pelo jornalista Carlos Henrique Santiago, um dos mais renomados críticos do cinema, descreveu o documentário, ora defendido em seu estudo de mestrado, como um filme de experimentação cinematográfica que deu certo. Isso porque, segundo o jornalista, os próprios detentos é que fizeram a maior parte das filmagens. “Para a produção do filme, Paulo Sacramento realizou uma oficina, ele deu câmeras de vídeo ao presos para que registrassem seu próprio cotidiano”, afirmou Carlos Henrique.

Outro exemplo foi o filme exibido no dia 9 de junho, “Eu, Você e Todos Nós” (2006), comentado pela mestre em Multimeios pela Unicamp e jornalista Clarisse Alvarenga, que segundo ela trata questões do cotidiano da sociedade contemporânea. “O filme retrata a comunicação singela com o mundo, a forma de relacionamento com os outros”, comentou Clarisse. A participação dos alunos e professores contribuíram com os comentários fragmentados do filme. Tailze Araújo, professora de Língua Portuguesa e Semiótica da faculdade, disse que a obra é de forma ordinária e objetiva, e que traz a possibilidade de se pensar num olhar menos automático. Já o aluno do 7º período do curso Jornalismo, Arildo Hostalácio comentou sobre a realidade e o virtual, que para ele não substitui o concreto, com exemplo os valores naturais: “quando o quadro do pássaro é colocado na árvore”.

Por fim, Marcelo La Carreta, mestre em Cinema pela UFMG e professor de Técnicas Audiovisuais, comentou sobre o filme “Cinema Paradiso” (1988). Para ele, o filme é considerado uma narrativa universal. “Um filme que todo cineasta gostaria de ter feito”.

A exibição de todos os filmes chamou a atenção de muitos alunos, por estarem no final do semestre, os participantes da Mostra de Cinema acharam que o momento foi ideal para a exibição. “Como um relaxamento da tensão, nesta época de provas e seminários”, foi o que revelou a aluna Sirlene Araújo.
Veja mais depoimentos no vídeo abaixo:


CINEMA COMENTADO É EVENTO NA FACULDADE

A IV Mostra de Cinema Comentado da Faculdade Estácio de Sá, será nos dias 8, 9 e 10 de junho, com a participação de comentaristas que motivaram a escolha dos filmes. O evento promete a interação dos dos alunos com os convidados. Dentre a exibição dos filmes, os primeiros a serem exibidos serão os abaixo descritos, e no Blog de Monique Murta você fica por dentro dos demais.

Dia 8 - 8h - “O PRISIONEIRO DA GRADE DE FERRO”. Um documentário brasileiro do ano de 2003, sob a direção de Paulo Sacramento. O filme é uma fragmento da realidade do sistema carcerário brasileiro. As cenas foram de uma unidade prisional no complexo penitenciário Carandiru, a maior prisão já existente na América Latina. O documentário foi baseado em pesquisas, leituras e entrevistas realizadas com detentos, carcereiros, administradores, jornalistas e demais pessoas. A filmagem foi realizada com o olhar dos próprios presos. A duração do filme é de 123 min.

Dia 8 - 19h - “SÃO BERNARDO”, foi baseado no romance homônimo de Graciliano Ramos. Fiel adaptação da obra i filme é considerado um dos melhores produzidos na década de 70. Sob a direção de Leon Hirszman foi lançado 1972 e retrata a história do filho de um camponês, Paulo Honório, no interior de Alagoas. que perambula pelo sertão a negociar com redes, gados, imagens, rosários e miudezas. Honório cria uma obsessão para arrancar a fazenda São Bernardo das mãos de seu inepto dono, o endividado Luiz Padilha, transformando este em seu empregado. Vivendo num casamento onde a dúvida da traição impera, Paulo Honório, passa a viver dentro de um clima de ciúme motivado por sua imaginação possessiva. O filme promete muitas revelações. Duração de 110 min.

Dia 9 - 8h30 - “EU, VOCÊ E TODOS NÓS” A solitária artista Christine usa seus projetos artísticos como forma de aproximação com as pessoas ao seu redor. O vendedor de calçados Richard, recém-separado, pai de dois meninos, está a procura de um relacionamento novo e surpreendente, mas entra em pânico quando conhece a cativante Christine. Seus filhos, de 7 e 14 anos, parece ter mais jogo de cintura do que ele. Apesar da pouca idade, já estão envolvidos com os problemas do amor. O mais velho está sendo assediado por duas colegas de classe que querem saber tudo sobre sexo e o mais novo está envolvido numa relação pela internet. Sob a direção de Miranda July, a comédia lançada em 2005 tem a duração de 91 minutos.

Neste ano, a Mostra promete muito mais!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

FALCÃO O ÍCONE DO BREGA


Quem disse quer ser brega é estar fora da moda? Ser brega é ser chique!

Com um visual espalhafatoso e um bom humor acima de qualquer suspeita, o cearense Marcondes Falcão Maia ou simplesmente Falcão é o cantor e compositor brasileiro considerado o maior ícone do estilo brega.

Depois de ter cursado faculdade de Arquitetura preferiu a carreira artística. Lançou seu primeiro disco, "Bonito, lindo e joiado" de forma independente. Nesse disco está seu primeiro sucesso de abrangência nacional, "I'm not dog no" que é uma tradução para o inglês propositalmente mal feita do sucesso "Eu não sou cachorro não", do cantor Waldick Soriano.

Com esse sucesso conseguiu chamar a atenção da gravadora BMG.

Falcão é autor de oito álbuns, sendo o último "What porra is this" lançado em 2006.

Falcão sempre está com uma tradicional vestimenta florida e alegre, deixando com mais visibilidade um girassol preso ao paletó, que é definido, segundo o cantor, como um toque pessoal.

O estilo brega de Falcão eleva uma onda de adeptos ao cafona principalmente, em festas em que o chique é ter o pior gosto possível, que não deixa de ser uma verdadeira diversão unindo o estilo fútil ao tom musical brega.




terça-feira, 19 de maio de 2009

SUPERMAN, O HERÓI DA VIDA REAL

Dos quadrinhos para as telas do cinema. Desde 1978 Superman é um clássico americano. O filme começa mostrando a destruição do planeta Krypton. O pai do bebê herói, Jor-El interpretado por Marlon Brando, um renomado cientista, prevê a destruição do seu planeta. Assim, decide salvar seu filho, mandando-o para a Terra, onde terá superpoderes e poderá sobreviver ao fim de sua raça.

Na Terra, ele usa o nome de Clark Kent interpretado por Christopher Reeve e já adulto e trabalhando como repórter em um jornal, não demonstra ter superpoderes. Mas quando uma situação inesperada põe em risco a vida de Lois Lane interpretada por Margot Kidder, uma colega de trabalho, ele é obrigado a se revelar para o público, ficando conhecido popularmente como Superman.

Descontente com o surgimento de um super-herói na cidade, Gene Hackman ator que faz o papel de Lex Luthor, um gênio do mal, o obriga a se desdobrar para evitar a morte de milhões de pessoas. Christopher Reeve é o super herói que sai das páginas de quadrinhos para interpretar o homem de aço.

Superman fez milhões de pessoas acreditarem no impossível: que o homem pode voar, que alguns são indestrutíveis e que o bem prevalece sempre. Pensado assim, não foge da vida real, pois milhões de trabalhadores também fazem o impossível para sobreviverem. Trabalham dando um duro danado, sem deixar de dar um sorriso no rosto....Sustentam vários filhos com um salário mínimo, e se perguntar como vai a vida, respondem que está tudo bem....

Como disse Christopher Reeve antes de morrer em sua cadeira de rodas... "Superhomem é aquele que esta paraplégico e para sobreviver não tem o dinheiro que eu tenho"...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

ERA UMA VEZ...

O lobo mau já deixou de ser maquiavélico. A história dos três porquinhos mudou de rumo. Tudo começou no México, que por sarcasmo do destino é vizinho dos Estados Unidos...O grande lobo mau. A maioria da população mexicana é composta por cristãos católicos, por ironia todos estão impossiblitados de ir às igrejas, devido ao grande numero de pessoas infectadas pelos vírus da gripe suína.

A catedral metropolitana da Cidade do México esta totalmente vazia com algumas irmãs religiosas fazendo suas orações. Elas acreditam na providência divina.

Descendo o hemisfério, e para ser mais específico, aqui no Brasil, da pra falar de cara que uma classe dispensaria as máscaras, pois já são mascarados por natureza. E se me permite, ousariam até a reiventar uma nova face.

A propósito com esta história de evita r lugares aglomerados, já pensou como ficaria o congresso nacional? Se Deus castigasse os parlamentares com esta doença? Pensando bem para muitos seriam uma dádiva divina. Já que com a saúde perfeita poucos trabalham. Motivados por esta gripe então...As contas bancárias engordariam. Remédios, médicos e repousos em fazendas? Ganhariam uma atenção especial!

Ainda bem que esta gripe esta sendo monitorada!


quarta-feira, 22 de abril de 2009

FACULDADE PROMOVE EVENTO PUBLICITÁRIO TECNOLÓGICO

Na manhã da última quinta feira os alunos do 7º período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte promoveram um evento publicitário chamado 8º Painel Publicitário, Vida Digital em Extremos. Segundo a aluna Dell’Arett Jardim o projeto iniciou-se há dois meses, mas que em apenas uma semana concluiu todas as estapas. Para ela, o envolvimento com o projeto valeu como experiência. “O oportunidade de realizar esse evento vale mais que os pontos”, afirmou a estudante.

Três palestrantes foram convidados para o evento, Marcelo Andreans profissional de publicidade e propaganda que falou sobre Marketing Viral; Felipe Andrade, publicitário da empresa de telecomunicações Vivo, convidado para falar sobre Tecnologia 3G e, Stefânia Paola, representando a empresa Lápis Raro.

Marcelo Andreans disse que a definição para Marketing Viral na terminologia digital é “boatos jogados na web” com interesse empresarial. “Viral é o que se lança na net, já o marketing visa o lucro, ou seja, interesse mercadológico”, destacou Andreans.

Felipe Andrade ressaltou a comunicação na era da globalização. Ele disse que a universalização das informações abrange a aplicação de diversos acessos, como computador, Ipoods e 3G. “Breve teremos a tecnologia 4G”, complementou.

Stefânia Paola exemplificou as mídias sociais. Ela exibiu algumas intervenções sociais que sua empresa divulgou no mercado.

O evento foi encerrado com distribuição de brindes para os alunos participantes.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

TODO CUIDADO É POUCO QUANDO O ASSUNTO É SEGURANÇA
Todo período de férias é sempre uma ocasião para os crimes de arrombamento. Antes de viajar, é importante tomar algumas medidas de segurança para evitar que as residências vazias sejam arrombadas. Vale contar com colaboração de vizinhos ou parentes. Mas, quando o alvo torna-se estabelecimentos comercias, o cuidado ganha outras medidas.

A Lanchonete Variedades, há seis meses estava localizada na rua Erê e hoje na rua dos Pampas, foi invadida por criminosos durante à noite no mês de janeiro. Ajairton Pereira, proprietário do estabelecimento, disse que no endereço anterior não tinha passado por nenhum tipo de invasão criminosa. Ele afirmou que antes a lanchonete se localizava em frente a Academia de Polícia Militar e, que talvez a presença de policiais na sentinela inibisse a ação de marginais. Ajairton Pereira afirmou ainda que, apesar da mudança de localização continua perto dos militares. “Os policiais freqüentam aqui em grande escala, são a maioria dos meus clientes”, contou. Segundo o proprietário os criminosos levaram pouco e que ainda está a contabilizar o que foi furtado. “Levaram cerca de duzentos reais, cigarro, liquidificador, furadeira, pratos talheres, celular e outros que ainda não sei”. Ajairton Pereira disse que registrou uma ocorrência junto à Polícia Militar, mas como a região já teve vários arrombamentos os policiais anotaram algumas informações sobre o fato ocorrido para ajudar na identificação dos criminosos. Ele contou que como medida de segurança colocou alarme para evitar novas invasões. O major da Polícia Militar Daniel, responsável pelo policiamento na região, afirmou que ao contrário do que parece os crimes praticados nessa região tem diminuído. Ele disse que o número de ocorrências em fevereiro do ano passado havia registrado 102 de crimes violentos, no mesmo período deste ano são 89. Segundo ele houve uma redução de 12,7%. O major afirmou que nos meses: dezembro e janeiro há mais ocorrências, por ser um período de férias, e que a sociedade também tem que fazer a sua parte. Ele disse que a região do Prado é considerada um setor que integra outros demais, e que todo bairro possui duas viaturas em cada turno, uma atende as ocorrências e outra faz o recobrimento preventivo visando manter a presença de policias no local. “A questão do arrombamento já está contornada, está tendo uma melhora, coloquei mais uma patrulha para rodar à noite, também tem um pessoal descaracterizado e militares de bike”, afirmou o major Daniel.
Ao sair de férias, as pessoas que pretendem viajar devem ter alguns cuidados, que não se restringem somente a uma atenção redobrada na viagem. Quem não deseja encontrar a residência arrombada ou notícias que a casa do vizinho foi invadida por criminosos, pode adotar algumas medidas de segurança, como a ajuda de um morador para recolher as correspondências, apagar as luzes da varanda durante o dia e cuidar de animais, se houver. Isso ajuda a reduzir a estatística de crimes violentos contra o patrimônio. Além das residências, esse período afeta e muito o comércio, com a ausência de clientes e dos moradores vizinhos, os estabelecimentos tendem a ficarem mais promíscuos a ações criminosas. Uma ajuda ao combate dessas ações é a integração entre a comunidade e o comércio que torna uma excelente ferramenta de prevenção. Quando existe cooperação entre todos os envolvidos, em que um cuida e zela pelo que é do outro, os resultados serão sempre positivos.
Veja um trecho da entrevista com o major Daniel:

sexta-feira, 27 de março de 2009


PALESTRA SOBRE NOVA ORTOGRAFIA É TEMA EM FACULDADE

Na manhã do dia 26 de março, Tailze Melo, professora da lingua portuguesa, ministrou uma ampla apresentação sobre a nova ortografia. Alunos e professores da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte participaram da palestra, que tinha como objetivo esclarecer as dúvidas sobre a reforma ortográfica.

Segundo a professora, o ano de 2009 começou com uma nova forma de escrever. A mais nova reforma elimina acentos gráficos em prol de uma padronização da escrita em oito países que adotam o português como idioma oficial. São eles: Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Nessas nações vivem aproximadamente 230 milhões de pessoas. A língua portuguesa é a sétima mais falada no mundo, ficando atrás apenas dos idiomas chinês, hindi, inglês, espanhol, bengali e árabe.

À nova ortografia serão incorporaradas as letras “k”, “w” e “y. Com o acordo, o alfabeto passou a ter 26 letras. Tailze Melo comentou que essas consoantes já eram utilizadas mas, ao contrário que muitos pensavam, não faziam parte do alfabeto.

A reforma ortográfica traz alterações significativas na acentuação de algumas palavras, que extingue o uso do trema e padroniza a utilização do hífen. A partir de agora, não é errado escrever “micro-ondas” –com hífen– e “antissocial” –sem hífen. Também é correta a grafia das palavras “ideia” e “assembleia”, sem o acento. "Uma das principais mudanças diz respeito ao fim do trema (acento gráfico específico da vogal “u”) em todas as palavras", afirmou. A professora explicou que só será permitido escrever linguiça, em vez de lingüiça, ou frequência em vez de freqüência. Também será abolido o uso de acento circunflexo nas palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos).

Tailze Melo disse que para saber a diferença basta interpretar o contexto em que a palavra estará inserida. “É válido destacar que a mudança nessa reforma é a o ato de escrever determinadas palavras. Portanto, permanecerá inalterada a maneira de pronunciar, essas palavras que sofrerão apenas alterações gráficas”, ressaltou Tailza Melo.

No Brasil o período ainda é de transição, a ortografia antecessora vai até o ano de 2012. “Até lá, as duas formas de grafar estarão em vigor. A partir de 2013, apenas será aceita a nova maneira”, explicou a professora.

Clique aqui para saber na íntegra como ficou a reforma ortográfica.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Candomblé é Tema de Pesquisa Acadêmica

O estudante de jornalismo Ronan Ferreira Dias, de 25 anos, quer dedicar seus últimos meses na faculdade a pesquisar como a mídia impressa passa para a sociedade questões religiosas. O tema de sua pesquisa também diz respeito de pessoas de religiões não muito divulgadas que têm destaque profissional no mercado de trabalho. Como exemplo a religião do Candomblé.

Ronan Dias, que no segundo semestre de 2009 fará o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, acredita que irá conseguir mostrar para uma boa parte da sociedade que esta religião é abordada pela mídia, muitas vezes, de forma distorcida. Ele disse que a religião nada mais é do que um culto aos orixás, oriundo da época da colonização do Brasil. "Devido ao nosso país ter uma cultura basicamente homogênea, ou seja, onde a maioria da população é católica, fica difícil a aceitação da religião do Candomblé", afirmou o aluno. Ronan Dias disse ainda que a mídia não divulga para a sociedade o real sentido dessa prática religiosa, e sim somente os rituais macabros, que segundo ele, não existem. Por pertencer ao Candomblé, Ronan Ferreira, presenciou vários casos de intolerância religiosa, fatores que o motivam a se aprofundar no estudo acadêmico e defender sua tese.

Por fim, apesar das dificulades de aceitação ele acredita que: "com fé, coragem e muita dedicação ultrapassarei esse desafio".

Veja abaixo um ritual de Candomblé.


Fantastico Candomble Ogum - More amazing videos are a click away

Leia também, estudante de jornalismo fala sobre o marketing político. Clique aqui

sábado, 21 de fevereiro de 2009

DOCE E AMARGA ILUSÃO
DO LADO ESTRANGEIRO
A notícia mais estapafúrdia ganhou destaque nos principais jornais do país. Em primeira mão, e com ênfase, a suposta agressão contra a brasileira Paula Oliveira, em Zurique na Suíça, foi divulgada pelo Jornal Nacional da Rede Globo no último dia 11 e atingiu uma grande audiência. O assunto levou ao questionamento da emigração. O que esses brasileiros buscam lá fora? O que une milhares de brasileiros que resolvem por o pé na estrada e construir uma vida fora do país?
Pois bem, a vida aqui no Brasil não é muito fácil mesmo, a maioria da população vive de salário mínimo, sofre com o caos na saúde pública, na política, sem muito poder melhorar a vida, entretanto, milharesde brasileiros não pensam sequer em abandonar sua cidade por diversos fatores; o maior deles: a família. Uma outra “minoria” assusta o consulado brasileiro, a coragem de alguns pela busca de uma utopia emblemática fazendo com que desejem o impossível através de uma aventura inóspita: emigrar para uma terra onde não conhece nem mesmo a própria sombra, na esperança de realizações financeiras.
Bem se sabe que muitas mulheres já decolaram com o sonho da “american life” e acabaram trabalhando como prostitutas. Que também os EUA já não são mais a atratividade de emprego, isso depois que os homens perceberam a exploração da mão de obra: trabalhos braçais que são apresentados como o restolho das profissões, na qual nenhum nativo ousaria assumir, muito menos a troco de salários insignificantes para a nação.
Dessa forma, a esperança de conseguir muito dinheiro passou a ter outros países desenvolvidos como estratégia. A nova era de um mundo globalizado, muitas vezes, dá oportunidades de emprego que o Brasil não oferece. Pensando nisso, e já que a emigração é uma realidade, uma cartilha para emigrantes foi publicada pelo consulado brasileiro, através do
Ministério do Trabalho, visando amenizar um pouco a dura vida de quem se frustra no exterior. As embaixadas brasileiras já disponibilizam esse relatório.
Percebe-se então que o caso da imigrante Paula Oliveira apenas passou pela formatação mercadológica da mídia. O fato dela ser
de uma família de classe média, em Pernambuco, não a poupou dos desafetos contra emigrantes. Deixando claro que não houve comprovação da tal agressão à moça pelos nacionalistas, o que houve foi uma espetacularização da notícia por ela ser uma emigrante. Infelizmente, muitos brasileiros sofrem no exterior, e não podem sequer gemer para não serem ouvidos. Para se ter uma vida frustrada lá fora é melhor que sofra aqui mesmo no Brasil, pelo menos há por perto um familiar para limpar as lágrimas, e, sobretudo não ser alvo de uma mídia tão sensacionalista divulgadora de tragédias e problemas sociais que deveriam ser antes de tudo, investigados.
Por fim, quem não se lembra do Caso Escola Base? Na época, uma imprensa avassaladora arquitetou tragicamente todo noticiário que condenou os proprietários. A polícia não só acolheu a denúncia de abuso sexual infantil, como também alardeou junto à imprensa antecipando uma condenação dos donos da Escola Base, que só no final do inquérito, dez anos depois, foram declarados inocentes. O papel da mídia é reportar a notícia de maneira imparcial, mas diante de fatos esdrúxulos como esses, ainda há muito que se progredir no âmbito jornalístico.
Veja mais erros jornalísticos na barra de vídeos logo abaixo.